sábado, 23 de junho de 2018

"I really don't care, do u?"

Li por esta blogesfera, manifestações de apreço a Melania Trump por esta se ter indignado, com as atitudes que a administração do seu marido tem tido em relação à imigração ilegal nos Estados Unidos, mais propriamente na separação de mais de 2000 crianças e jovens dos seu pais e pôr estes enjaulados em centros de detenção...

Não nutro nenhuma simpatia ou qualquer admiração pelo casal aliás,  pelo Trump sinto mesmo é asco, mas pelo que li sobre o comunicado que a Melania fez esta até subiu uns misérrimos pontos na minha consideração! 

Entretanto vejo   noticias sobre a  visita que a Milania fez ao Texas para se inteirar da situação das crianças e jovens... e prontus, lá se foram  os meus misérrimos pontos que tinha dado à srª! 

Uma primeira-dama, acima de tudo e independentemente se concorda ou não, assume um cargo de extrema  importância (e mais ainda tratando-se da primeira dama dos States) por isso são assessoradas não só para  discursos que venham a fazer mas principalmente para o que vestem nas visitas oficiais! 


Se a Melania estivesse, mesmo, contra a política de “tolerância zero” aplicada pela Administração do seu marido jamais visitaria um local, onde estão aprisionadas crianças e  jovens, vestida com um casaco onde diz "I really don't care, do u?"!!!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Namastê

As Quatro Leis da Espiritualidade na Índia, ensinam:

1. A pessoa que chega é a pessoa certa.

Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem connosco, estão ali por uma razão, para que possamos  aprender e evoluir em cada situação.

2. O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido.

Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente… Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

3. Qualquer momento em que algo se inicia, é o momento certo.

Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois. Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início.

4. Quando algo termina, termina!
Simplesmente assim. Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução. Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!.

(retirado da net)

domingo, 10 de junho de 2018

Amo!

Mudam-se os tempos...


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

(imagem retirada do google)

sábado, 19 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Pelo boicote ao festival da Eurovisão em Jerusalém

Assino embaixo!


" Não era para me referir ao festival da Eurovisão, simplesmente porque não é assunto que me interesse.
Mas, tendo já acabado, posso pronunciar-me.

Não vou falar da canção de cá, nem das outras canções a concurso, das eliminatórias...

Nem sequer vou falar da música vencedora. A musica é o que é, gostos são gostos, e a votação não é uma avaliação objectiva.

Mas vou comentar apenas para dizer que é uma tragédia a música vencedora ser de Israel.

Uma tragédia porque o primeiro ministro Israelita veio logo a seguir à vitória para o twitter a dizer "Para o ano que vem em Jerusalém!"

E isso preocupa-me!

Não há inocentes na situação Israel/Palestina. Israel é um estado criminoso à luz do direito internacional (surpreende-me que ainda não tenha sido invadido pêlos Estados Unidos, sempre tão prontos a invadir quem sai da linha e não tem as costas quentes pela Rússia ou a China), os Palestinianos são culpados de terrorismo! Não há, nem pode haver, justificações para nenhum dos lados.

Podemos olhar para a questão pelo lado dos Palestinianos:

-Israel não deveria ser um estado Judaico, mas sim Hebraico! Sendo um estado Hebraico teria de ser dividido pelas 12 tribos de Israel (sendo que apenas os Judeus, descendentes de Judá, praticavam o Judeísmo, tendo as outras tribos outras formas de culto) pelo que, do território reclamado, apenas um duodécimo seria para o povo Judeu.

-Os Judeus que voltaram para Israel não são os que saíram de Israel. Mas já falei aqui extensamente disso e de porque é que os Arabes gracejam dizendo que os Judeus saíram de lá pretos mas voltaram brancos!

Podemos olhar pelo lado dos Israelitas:

-Passam a vida a receber ameaças

-O cidadão comum, que apenas quer viver a sua vida em paz, Apenas não quer ficar feito em pedaços quando vai beber um café ou comprar pão

Mas temos de olhar, não para os motivos, não para as justificações, não para a história, mas para o aqui e agora. E no aqui e agora Israel é um estado opressivo que está a executar um genocídio, não só pondo o seu exercito a atacar populações civis, mas negando o acesso à liberdade de movimentos, apropriando-se das terras e casas onde famílias vivem à gerações, expulsando-as, negando o acesso a comida, a água potável ou a qualquer hipótese de pessoas da etnia palestiniana poderem ter uma vida condigna, e não deixando os refugiados retornar às suas casas.
O estado de Israel criou um Appartheid pior que o da Africa do Sul. O estado de Israel está a infligir um Holocausto maior do que aquele de que foi vítima aquando da segunda grande guerra (não deixa de ser, no mínimo, irónico - talvez seja a prova de que Deus tem um refinado sentido de humor)

Dado todo este quadro e o clima de guerra permanente, e tendo em conta de que Israel, tal como a Austrália, não fica na Europa, tendo em conta que realizar a Eurovisão em Israel pode ter fortes repercussões politicas, Tendo em conta a segurança das delegações e dos que quererão ir lá assistir ao vivo, Israel devia ser forçado a escolher uma cidade EUROPEIA onde realizar o festival. Caso isso não fosse de todo possível - e Israel não quererá fazê-lo, uma vez que vai querer projectar-se internacionalmente - Nunca deveria ser feito em Jerusalém.

Mas a ser feito, nos modelos que eles querem fazer, sou da opinião que Portugal (e a Europa) deveria simplesmente tomar uma posição e boicotar o festival.

Pode ser apenas um festival de música. Mas os valores humanos são muito mais importantes que o festival! "


quarta-feira, 25 de abril de 2018





"Aquele que não luta pelo futuro que quer, deve aceitar o futuro que vier!"



25 de Abril Sempre!



segunda-feira, 5 de março de 2018

Ouvi hoje pela primeira vez...

... e fiquei rendida!
Não vi nenhuma das eliminatórias nem sequer a final do Festival da Canção deste ano. Ainda não vi nem ouvi mais nenhuma canção, mas hoje enquanto vinha para casa ouvi na rádio  a canção vencedora e fiquei rendida com a voz, poema e principalmente pela melodia!
Uma excelente canção para ganharmos novamente a Eurovisão :)


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A actual comunicação social

O artigo é de Setembro 2016 mas poderia ter sido escrito hoje que o estado da comunicação social é a mesma senão pior!


Por António Barreto  

"É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.

Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal. Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.

Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.

É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não hácomentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. Arte? Um director-geral chega.

Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.

A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.

Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.

A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos *papagaios no seu melhor!

Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.


Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.

*papagaios não, chilreada de periquitos sim!"


domingo, 28 de janeiro de 2018

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

sábado, 20 de janeiro de 2018

Uma realidade que assusta...

...mas, quer queiramos ou não, fazemos parte dela e não se vislumbram mudanças de retrocesso muito antes pelo contrário!