terça-feira, 19 de maio de 2015



O amor é os teus arrepios na minha pele
e as minhas mãos a aquecerem-me o corpo,
percorrendo o teu,
parecendo desejo.

O amor é os teus desejos na minha mente
e os meus gestos a fazerem o que eu quero,
fazendo o que queres,
parecendo coincidência.

O amor é, por coincidência simples,
a minha vida a tomar um rumo certo
acompanhando a tua,
parecendo isso mesmo.

Isso mesmo:
o amor é um e outro, e é um no outro.

(Sérgio Lizardo)


1 comentário:

  1. Mais uma excelente definição (mesmo tendo em conta o quão subjectivo é o conceito de “amor”).

    Beijinho,
    FATifer

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